Ao princípio custa a todos os donos. Depois, não miamos outra coisa!
Há o gato que toma o pequeno-almoço com a dona e pedincha um pouco de manteiga todas as manhãs. Dá turras no braço e na mão da dona para ensinar a dona a dar festas. A dona tem de comer e dar festas continuamente. A dona não pode parar. Come e dá festas ao gato. Se a dona pára de dar festas ao gato, o gato dá festas à caneca da dona e entorna o leite em cima da dona. Culpa da caneca e da dona que tem de tomar banho novamente e vestir-se de lavado outra vez.
A gata gorda só pede comida. Acaba de comer e pede de novo comida. Acaba o último pedaço de comida, e mia porque quer mais. A gata chama-se “Essen” porque não havia outro nome com maior significado. Come. Come. Come. Está gorda. Muito gorda. Vai morrer disso, concerteza. Mas, não morre de fome a esperta da gata!
A gata que era envergonhada agora sobe descaradamente para as pernas da dona que acaba de sentar-se no sofá à noite a ver um filme. Não é pela dona, nem pelo filme que até finge que vê, mas pelo magnífico conforto das pernas da dona. Se houver uma televisão por perto, a dona é uma melhor dona, com umas melhores pernas com um bom filme de fundo com música suave para a gata adormecer tranquila. Vergonha? Está esquecida!
A vida é muito mais significativa se tivermos utilidade para os gatos.
terça-feira, junho 29, 2010
domingo, junho 20, 2010
Aqui Há Gatos!
Já houve mais bichos nesta casa, mas sumiram todos sem deixar rasto. Ficaram apenas algumas penas dos pássaros e… gatos. Só gatos. E nunca há moscas!
São perigosos os gatos preguiçosos desta casa.
Dormem. Comem. Espreguiçam. Bocejam. Dormem. Lavam-se. Vão à janela ver os pássaros e a rua. Dormem. Pedem festas. Espreguiçam. Esticam-se ao Sol. Ao Sol lavam-se ainda mais. Lavam-se a eles. Lavam-se uns aos outros. E esticam-se ao Sol para secar e descansar duma vida atarefada.
Os gatos são curiosos. Ouvem todas as conversas. Ouvem tudo e não contam nada. Podemos confiar nos gatos. Nos meus gatos sei que podemos confiar. Nos gatos dos outros, não confio facilmente. Primeiro dou-lhes a mão. Depois, logo me cheiram. Às vezes, o excesso de confiança acaba mal… para mim. Intrometida!
Nos dias de chuva os gatos são cultos. Gostam dos livros. Os livros são boas companhias, porque estão sempre sossegados nas prateleiras. As prateleiras de cima são as que têm mais gatos. Entre os livros há gatos. Entre os gatos há livros. Quantos mais gatos melhor, porque o intervalo entre gatos e livros é menor. Às vezes há gatos em cima dos livros. E muitas vezes há livros no chão. Gatos no chão é coisa rara. Até porque os gatos desaparecem muito antes dos livros chegarem ao chão.
Penso ter descoberto uma verdade universal: Sempre que os livros caem, os gatos voam.
São perigosos os gatos preguiçosos desta casa.
Dormem. Comem. Espreguiçam. Bocejam. Dormem. Lavam-se. Vão à janela ver os pássaros e a rua. Dormem. Pedem festas. Espreguiçam. Esticam-se ao Sol. Ao Sol lavam-se ainda mais. Lavam-se a eles. Lavam-se uns aos outros. E esticam-se ao Sol para secar e descansar duma vida atarefada.
Os gatos são curiosos. Ouvem todas as conversas. Ouvem tudo e não contam nada. Podemos confiar nos gatos. Nos meus gatos sei que podemos confiar. Nos gatos dos outros, não confio facilmente. Primeiro dou-lhes a mão. Depois, logo me cheiram. Às vezes, o excesso de confiança acaba mal… para mim. Intrometida!
Nos dias de chuva os gatos são cultos. Gostam dos livros. Os livros são boas companhias, porque estão sempre sossegados nas prateleiras. As prateleiras de cima são as que têm mais gatos. Entre os livros há gatos. Entre os gatos há livros. Quantos mais gatos melhor, porque o intervalo entre gatos e livros é menor. Às vezes há gatos em cima dos livros. E muitas vezes há livros no chão. Gatos no chão é coisa rara. Até porque os gatos desaparecem muito antes dos livros chegarem ao chão.
Penso ter descoberto uma verdade universal: Sempre que os livros caem, os gatos voam.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
